Varejo fecha 2016 com a maior queda em 16 anos, diz Serasa

O movimento dos consumidores nas lojas de todo o país caiu 6,6% em 2016, na comparação com o ano anterior, de acordo com levantamento da Serasa Experian. Este foi o pior resultado do varejo da série histórica do indicador, que teve início há 16 anos. A maior baixa até então, de 4,9%, havia sido registrada em 2002.

Entre todos os segmentos analisados pela Serasa, a maior queda partiu do comércio de veículos, motos e peças, de 13%, seguida por tecidos, vestuário, calçados e acessórios (12,6%), além de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática ( 11,1%).

Também mostraram resultados negativos lojas de material de construção (-5…

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Varejo deve perder mais de R$ 10 bilhões com feriados em 2017

Estimativas da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP) apontam que o comércio varejista brasileiro deve perder R$  10,5 bilhões em 2017 devido aos feriados nacionais e pontes. Esse montante é 2% superior ao dado projetado pela Federação em 2016, principalmente, pelo fato de que este ano haverá uma ponte a mais que no ano anterior e um desses feriados cairá em dia de semana: o feriado de 1º de maio, que, em 2016, foi celebrado no domingo e agora será na segunda-feira.

O setor de vestuário, tecidos e calçados deve perder cerca de R$ 1,1 bilhão com os feriados e pontes de 2017, 23% a mais do que em 2016. Em termos de faturamento, o segmento de Outras A…

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Inflação da baixa renda perde força de 2015 para 2016

A inflação da baixa renda, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), acelerou de 0,06% em novembro para 0,19%, em dezembro. Apesar do aumento de um mês para o outro, no ano, o indicador de preços fechou 2016 em alta de 6,22%, abaixo dos 11,52% registrados em 2015.

A taxa para a baixa renda ficou acima da registrada para o conjunto da população, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que atingiu 6,18%. Em dezembro, o índice ficou em 0,33%.

Em 2016, o que mais subiu foram os preços de despesas diversas (11,21%), de saúde e cuidados pessoais (9,73%), educação, leitura e recreação (8,88%) e transportes (7,8%). Tamb&eac…

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Hotéis e restaurantes esperam faturamento menor

Quase 2,5 milhões de estrangeiros devem visitar o Brasil no verão de 2017, segundo estimativa da Embratur. Mas, mesmo com o aumento de 11% nessa visitação, em relação a igual período do ano passado, os empresários do setor de turismo não estão otimistas com a temporada, como demonstrou o levantamento realizado pela Federação Nacional de Hotéis e Restaurantes (FNHRBS).

Para 36% dos donos de hotéis e restaurantes do País, o faturamento do verão, iniciado em 21 de dezembro, deve ser menor do que o registrado na temporada de 2015/2016. Dos empresários, 53% declararam que não vão abrir vagas de trabalho temporário para o período. Entre as empresas qu…

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Mercado estima inflação de 4,87% em 2017

Economistas do mercado financeiro estimaram um cenário de menos inflação para 2016, mas elevaram a previsão para 2017, de acordo com o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (2) pelo Banco Central. Para o Produto Interno Bruto (PIB) os analistas mantiveram suas previsões de queda 3,49% na atividade econômica em 2016 e de crescimento de 0,5% para 2017.

A expectativa do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2016 caiu de 6,40% para 6,38%. Foi a oitava queda seguida do indicador oficial da inflação.

Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação subiu de 4,85% para 4,87%. Apesar da leve alta, o índice de inflação para este ano se man…

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Preços diferentes para dinheiro ou cartão

O governo publicou no "Diário Oficial da União" nesta terça-feira (27) uma medida provisória que trata da diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público, em função do prazo ou do meio de pagamento utilizado (cartão de crédito, cheque ou dinheiro).

Comerciantes poderão oferecer desconto para quem pagar à vista em dinheiro, por exemplo.

A mudança faz parte do pacote de medidas microeconômicas anunciadas pelo governo para reduzir custos das empresas, aliviar dívidas de pessoas físicas e jurídicas e reduzir a burocracia do comércio exterior. Um dos efeitos esperados pelo governo, caso as medidas sejam aprovadas, é a redu&c…

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Desemprego ainda deve subir mais em 2017

O número de desempregados aumentou em mais de 2 milhões em 2016 e chegou a 12 milhões de brasileiros. Para 2017, a expectativa é de que o mercado de trabalho possa melhorar a partir de meados do ano. Analistas destacam, entretanto, que a taxa de desemprego ainda tende a subir mais antes de começar a cair.

A expectativa do governo e da maior parte do mercado é de que o país saia da recessão no ano que vem e que o número de contratações volte a superar o de demissões. O ano de 2017, entretanto, deverá ser mais de estabilização do que de recuperação, com uma geração de empregos ainda insuficiente para derrubar a taxa de desemprego.

"No final do ano as empres…

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Estabilidade interrompe crescimento do Icec neste Natal

A confiança dos comerciantes  ficou estável em dezembro (0,0%) na série livre de influências sazonais, segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), divulgado hoje, 20 de dezembro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Registrando 99,1 pontos contra 98,9 pontos em novembro, a estabilidade do índice interrompe uma sequência de sete meses de crescimento. Por outro lado, o Icec  cresceu 24,1% em relação a dezembro de 2015.

“O resultado do Icec neste mês do Natal deveu-se à redução na avaliação das condições correntes, à estabilidade nas expectativas de cu…

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Empresários são contra a aprovação de reajuste de ICMS

A classe empresarial maranhense acompanhou nesta quinta-feira (15), na Assembleia Legislativa do Maranhão, a sessão de votação e aprovação do Projeto de Lei Nº 223/16, que modifica dispositivos da Lei nº 7.799/02 e altera o Sistema Tributário do Estado. Contrários à aprovação, os empresários repudiam a medida que provocará o aumento de preços das tarifas de consumo de energia elétrica, de combustíveis, de cigarros e de serviços como telefonia e TV por assinatura, a partir do reajuste de alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Participaram do ato, o presidente em exercício da Federaçã…

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Definidas regras para o comércio em 2017

As entidades que representam os empregadores e empregados do comércio ludovicense assinaram na terça-feira (13) as Convenções Coletivas de Trabalho (CCT’s) que definem as regras para o comércio ao longo de 2017. Os acordos foram assinados durante reunião na sede da Federação do Comércio que contou com a participação do presidente em exercício da Fecomércio, Marcelino Ramos Araújo; do presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de São Luís, Osvaldo Paulino de Sousa; do presidente do Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios, Antonio de Sousa Freitas; do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material Elé…

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CNC espera recuo de 6,5% nas vendas em 2016

Diante das condições econômicas ainda desfavoráveis, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisa mais uma vez a expectativa de queda do varejo restrito de -6,0% para -6,5%, enquanto no ampliado espera-se um recuo de -9,5% ao final de 2016. A previsão foi revista após resultado negativo para o mês de outubro, segundo Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada ontem (13/12) pelo IBGE.

Descontados os efeitos sazonais, o volume de vendas do varejo restrito recuou 0,8% entre setembro e outubro. Já o varejo ampliado registra a oitava queda do ano (-0,3% em relação a setembro), puxado pela queda de 0,3% no segmento automotivo e de 4,0% no de materiais de constr…

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Inflação oficial tem a menor taxa para novembro

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, desacelerou de outubro para novembro ao passar de 0,26% para 0,18%, segundo informou nesta sexta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o menor índice para os meses de novembro desde 1998, quando registrou queda de 0,12%.

O resultado de novembro foi influenciado pela maior queda do preço dos alimentos, de -0,05% para - 0,20%. Ficaram mais baratos feijão carioca e tomate – que durante meses foram considerados os vilões da inflação –, além da batata inglesa. A alimentação fora de casa subiu, mas em uma velocidade menor, de 0,75% para 0,33%.

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